segunda-feira, 13 de abril de 2015

São Paulo treina forte para libertadores

APOS VENCER O RED BULL BRASIL  POR 3 A 0 ,  MILTON  CRUZ FALA SOBRE  DESFALQUES  ,  TIME TITULAR  E O JOGO  DA LIBERTADORES  .

" VAMOS. VER O QUE  MUDARÁ  NA ESCALACAO  ,  TEMOS MUITOS DESFALQUES  COMO  ALAN KARDEC .

( O JOGADOR  SÃO  PAULINO  SE MACHUCOU  APOS  SOFRER UMA  FALTA NO  JOGO   3 CONTRA O SAN  LORENZO. ) .

domingo, 12 de abril de 2015





Leões são mais do que onze (1x2)

CRÓNICA
 AUTOR: Luís Rocha Rodrigues, 2015-04-12 21:08
Carlos Mané e Tanaka não têm, por norma, o estatuto de titulares, mas, face às várias e diversas ausências, foram lançados de início por Marco Silva para, num bom final de primeira parte, concretizarem uma vitória apenas ameaçada pelo golo de Suk. Os leões continuam firmes no terceiro lugar.

Rosell e Tanaka de início
Sem Nani, Marco Silva escolheu Mané, mas as grandes novidades no onze foram Oriol Rosell e Tanaka, com William e Slimani a ficarem no banco, presumivelmente por limitações físicas.
Não marcas tu, marco eu

Há um misto de justificação para o facto de o Vitória ter sido a equipa a entrar melhor em campo: por um lado, o Sporting viu-se com várias caras novas no onze (sendo que a ausência de William Carvalho não estava nos planos); por outro lado, a equipa de Bruno Ribeiro aplicou uma forte intensidade nos minutos iniciais, precisamente à procura de intranquilizar uma equipa que não estava na rotação habitual.

Foi o quinto golo de Mané neste campeonato ©Carlos Alberto Costa
Além disso, o estado do relvado, apesar de não ser mau, não proporcionava a normal fluidez de jogo aos leões, habituados a imprimir velocidade nas passagens de jogo da linha recuada para o último setor.

Travados de início, os leões foram solidários e pragmáticos a defender na fase inicial, até perceberem por onde inverter o cenário. Nas transições. Com uma subida de velocidade nas combinações nas extremas, os leões tentavam aí deixar adversários para trás e crescer nas opções quando os movimentos eram interiores. Foi assim que começaram a causar sobressaltos aos vitorianos, que, psicologicamente, acusaram essa inversão de comportamento do adversário.

A meio do primeiro tempo, já tudo estava a tender para o Sporting, pelo que não foi surpreendente a chegada aos golos, isto já depois de Raeder ter brilhado. Mané, após cruzamento de Miguel Lopes, abriu caminho e, algum tempo depois, atrapalhou a ação de uma defesa setubalense a precisar de intervalo, permitindo tempo e espaço a Tanaka para bisar.

Se, ao intervalo, o jogo parecia estar resolvido a favor do Sporting, o arranque da segunda parte negou esse cenário, porque Suk foi genial no lance que conduziu e que concluiu, ludibriando Paulo Oliveira e Rui Patrício. Do nada, o jogo estava aberto, de um momento para o outro, os setubalenses passaram a ter mais um jogador: o público.

Tobias foi para o campo
Marco Silva teve (outra vez) que mexer na dupla de centrais. Ewerton foi expulso e o português entrou em campo, numa altura em que os sadinos já estavam também com dez.
Vermelhos para animar

O pormenor dos adeptos é realmente importante, pois foram claramente influentes no segundo tempo. Puxaram pela equipa, criaram um ambiente adverso para o adversário e pressionaram Olegário Benquerença.

Carrillo foi o melhor ©Carlos Alberto Costa
Dessa form a se explica que, depois de ter expulso Venâncio (já tinha amarelo), por um desentendimento com Ewerton, tenha dado também o segundo amarelo ao brasileiro logo na jogada seguinte. Não foi ao mesmo tempo, mas quase não houve diferença: num ápice, as duas equipas passaram a jogar com dez.

Nesse figurino, o Sporting mostrou superioridade. Não foi exuberante, não soube matar a partida, mas praticamente fechou todos os espaços aos sadinos, que só por Advíncula conseguiam algum rasgo de ideias. Os leões mostraram maior clarividência nas abordagens defensivas e ofensivas. Tobias entrou muito bem e seguro, Carrillo foi enorme nas situações de transição.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

neymar feraaaaaaaaaaaaaaaaa

No meio de 2013, Real Madrid e Barcelona investiram milhões e apresentaram seus reforços para a temporada. Gareth Bale e Neymar chegaram juntos à Espanha, cercado de expectativas e acompanhados de uma comparação constante. Por um ano o brasileiro cansou de ouvir que o rival era melhor e que a transferência do clube merengue tinha valido mais a pena. Hoje, o companheiro de Lionel Messi vai à forra, conquista cada vez mais os europeus e está à frente do jogador mais caro do mundo.
No início da fase mais importante da temporada, o mata-mata da Liga dos Campeões, Neymar está na frente de Bale, seu "alter ego" desde que trocou Santos por Barcelona. A partir desta terça-feira, quando o Barcelona começa sua caminhada no torneio contra o Manchester City, às 16h45, o brasileiro terá a chance de provar que essa vitória parcial não é só uma tendência.
O galês Bale trocou o Tottenham pelo Real Madrid pela "bagatela" de 100 milhões de euros (cerca de R$ 315 milhões, na cotação da época). Neymar não ficou muito atrás, diga-se. O Barcelona diz ter gasto 86,2 milhões de euros (cerca de R$ 275 milhões, à época) em uma transação cercada de mistérios e que é investigada na Justiça até hoje.
A comparação entre os dois, portanto, é antes de tudo financeira. Ambos chegaram aos respectivos clubes como apostas de peso para o futuro. Bale, mais habituado ao futebol europeu, rendeu mais rápido no Real Madrid. Na temporada 2013/14, o galês venceu Neymar com folga.
Bale fez 22 gols, sete a mais que o brasileiro, e venceu mais no ano. Seu Real Madrid levou a Copa do Rei contra o próprio Barcelona e Liga dos Campeões diante do Atlético. Nas duas finais, o jogador mais caro do mundo justificou o próprio preço e marcou. O sucesso fez dele um dos protagonistas da expressão BBC, que caracteriza o ataque merengue – Benzema, Bale e Cristiano Ronaldo.
Só que Neymar, aos poucos, virou o jogo. O fato de ter ido à Copa, por exemplo, ajudou o brasileiro a terminar à frente de Bale na eleição de melhor do ano. O ex-santista foi o sétimo colocado da Bola de Ouro, enquanto o galês, apesar dos títulos, teve de se contentar com o 12º.
O brasileiro também sobraria quando a temporada começasse. Até agora, Neymar tem 17 gols e quatro assistências só no Campeonato Espanhol e está cada vez mais à vontade no embalado Barcelona. Bale, em compensação, soma dez gols e cinco passes, mas é questionado pela imprensa local.
O estilo individualista do galês lhe rende críticas semanais, especialmente quando ele deixa de servir Cristiano Ronaldo, a estrela maior da companhia, que já foi flagrado reclamando da falta de passes em campo. Neymar, ao contrário, parece cada vez mais próximo de Lionel Messi, de quem se diz amigo dentro e fora de campo.
Viagens em conjunto, piadas no ambiente do Barcelona e a camaradagem dentro de campo colocam o brasileiro como um coadjuvante natural de Messi, cada vez mais influente no jogo do time catalão. Por consequência, à frente de Bale na disputa direta dos dois maiores reforços do futebol espanhol nos últimos anos. 
Football Funnys
Charge de 2013 ironizava Neymar em relação a Bale; hoje, jogo de forças mudou
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A amizade entre Neymar e Messi11 fotos

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Neymar e Messi se relacionam bem fora de campo e já até trocam mensagens no celularReprodução/Instagram

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sábado, 21 de fevereiro de 2015

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Grande temporada ......

"Canteros diz estar satisfeito com a nova geração da temporada do time rubro negro ,

' estamos com tudo nesse início de ano e estou muito satisfeito com isso '    "

Altitude preocupa goleiro do Inter. Aquecimento vira meio de adaptação

Jogar nos 3,6 mil metros de altitude de La Paz não é complicado apenas para os jogadores de linha, que perdem o fôlego por conta do ar rarefeito. O goleiro sofre com a diferente movimentação da bola. Com mais desvios e mais rápida, as ações que podem resultar em gols do adversário preocupam Alisson, do Internacional, para o duelo com o The Strongest, na próxima terça. Treinos específicos e aquecimento são as maneiras de evitar o pior. 
Daniel Pavan, preparador de goleiros do Inter, utilizou uma bola de borracha para simular movimentos de altitude. Alisson valoriza a atitude do preparador na tentativa de entender como será a estreia na competição continental. 
 
"Estamos fazendo estes trabalhos para tentar se aproximar do que é a bola na altitude. Mais velocidade e variação. Estamos preparados para isso. O fôlego é pior para quem corre, mas o goleiro sofre no desvio da bola. A velocidade e variação de direção complicam para a gente. Temos que sempre estar atentos e com corpo posicionado atrás da bola, indo na trajetória dela pra não ter surpresa", disse. 
 
Uma característica do oponente também preocupa. Com jogadores como Pablo Escobar e Chumacero, o The Strongest costuma abusar da falta de adaptação dos adversários na altitude. Por isso, chuta muito de fora da área. 
 
"Cada detalhe que pudermos agregar, vamos fazer. Precisamos cadenciar o jogo, saber o momento certo de atacar. Conversei com meu irmão [Muriel], que já jogou lá [em 2012] e sei que preciso estar preparado para chutes de longa distância. Vi o jogo deles [The Strongest] pela pré-Libertadores e chutam muito de fora da área. Não podemos dar espaço", avaliou. 
 
Na falta de treinamentos, já que o Inter vai para La Paz apenas momentos antes da partida, o aquecimento também será fundamental para adaptação. Será quando Alisson vai conhecer exatamente o que poderá acontecer na primeira partida em que encara com altitude. 
 
"O aquecimento vai ser muito importante. Quando jogamos em campos diferentes, como foi contra o Caxias, com a grama mais alta, já muda muito para o goleiro. Acabamos por aprender a nos adaptar no aquecimento. Lá, vamos fazer isso o mais rápido possível e também trabalhar bola aérea e chutes no aquecimento mesmo", finalizou. 
 
Os jogadores do Inter realizam último treinamento para estreia na Libertadores nesta segunda-feira pela manhã. A atividade antecede a viagem, que ocorrerá à tarde. A delegação vermelha ficará em Santa Cruz de La Sierra até a terça e apenas no dia do jogo vai para La Paz, tentando assim minimizar os efeitos da altitude. 

A culpa é de quem? Felipão se diz 'vilão', mas não poupa elenco do Grêmio

A crise aberta no Grêmio com o péssimo início de temporada, em que de cinco jogos três acabaram com derrota, cria uma grande dúvida: de quem é a culpa por tudo isso? Avaliações mais demoradas podem apontar para a direção, que busca pagar contas, contratou pouco e vendeu vários jogadores. Mas ao mesmo tempo as saídas não deixaram o time mais fraco do que Brasil de Pelotas e Veranópolis. E ambos venceram na Arena. Com isso, a responsabilidade balança para dois alvos: o técnico Luiz Felipe Scolari e o grupo de atletas. Felipão assume o peso, mas não deixa de criticar seus comandados. 
Tanto que cinco minutos antes do fim da partida em que o Tricolor foi superado pelo Veranópolis, no último sábado, o treinador abandonou a área reservada a ele e foi para os vestiários. Justificou estar envergonhado, precisar se acalmar por conta de tudo que via em campo, e não poupou os jogadores. 
 
"Mais vergonha que isso era impossível passar. A equipe não apresenta nada daquilo que fazemos nos treinamentos. Não adianta ficar enganando a torcida do Grêmio. Não tinha mais nada o que eu fosse fazer. Fui embora para o vestiário. Acabou o assunto. Não criamos nada, não aproximamos, os adversários vem aqui [na Arena] e tomam conta do jogo", disse Scolari. 
 
Ao relatar que o realizado em treinamentos não é repetido em campo, Felipão deixa claro que os jogadores não estão compreendendo ou simplesmente não executando o solicitado. E a apatia preocupa também níveis superiores do clube. "Me preocupa mais a apatia do que a qualidade. A falta de um empenho na busca do resultado. Isso me assusta", admitiu o presidente Romildo Bozan Júnior. 
 
Mas ao mesmo tempo que expõe o grupo de jogadores publicamente, o treinador gremista faz questão de repetir o clichê executado por diferentes técnicos após derrotas em série. Disse que a culpa é apenas do treinador. 
 
"O vilão sou eu. Participo da ideia de reformulação com jovens, do projeto do Grêmio. A responsabilidade do departamento de futebol é minha. Na área técnica. Com o Rui [Costa, diretor executivo de futebol] e o Dr. Fábio [Koff, vice de futebol], e mais acima o presidente. Mas o responsável sou eu. De não conseguir concatenar isso. Não dei um padrão ao time", afirmou. 
 
Para os torcedores, entre os 11 considerados titulares o mais cobrado é Douglas. Vaiado repetidamente, o camisa 10 contratado por indicação de Felipão e que faz sua segunda passagem pelo clube, deixou o gramado após o primeiro tempo do duelo com o VEC fazendo sinais para os torcedores ficarem quietos. 
 
"Não é apenas o Douglas, não vamos execrar um jogador. Se querem fazer isso, ele está ali porque tem alguém que o escala, que sou eu. A responsabilidade é do técnico. Ele escolhe aqueles que devem começar a partida. O técnico é o responsável se o atleta joga bem ou mal. Porque é quem escolhe", finalizou Scolari. 
 
Os jogadores do Grêmio retomam trabalho nesta segunda-feira. O próximo adversário será o Passo Fundo, na quarta, no interior do Rio Grande do Sul.