O Vasco não perdoou a "relaxada". Romário fez três gols e Juninho Paulista também marcou. Aos 48 minutos do segundo tempo, quando Romário fechou o placar, o Vasco se sagrava campeão da Copa Mercosul, de virada.
"Pensamos '3 a 1 tá bom'; veio 3 a 2 e quando acordamos os caras já tinham tomado conta do jogo e futebol tem destas coisas. Não tem outra explicação. Quando a gente estava ganhando por 3 a 0, houve certo 'já ganhou' e isso motivou os caras. Deu no que deu, infelizmente. Foi difícil. É para ficar com a cabeça inchada pelo menos um mês", ressaltou.
Um dos comentários da época foi de que o clima no vestiário palmeirense no intervalo da partida era de comemoração e de festa antecipada, o que Marco Aurélio nega. "Não tinha comemoração e nem nada. Tem que ter pegada, mas no fundo todo mundo já sabia, já está ganho. Pensávamos 'vamos cumprir os 45 minutos'", relembrou.
Ao contrário do que se possa pensar, o treinador Marco Aurélio não foi demitido após a virada histórica e deixou o Palmeiras três meses depois da partida. Passou por Cruzeiro, Ponte Preta, futebol japonês, Atlético-MG, Vitória e América-MG, ficou quatro anos desempregado até assumir o Bragantino em 2015.
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